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Dive into a collection of past posts and rediscover timeless content.
O Pombo Que Fechou a Porta Antes de Ter Fome

Aug 7, 2026

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3 min read

O Pombo Que Fechou a Porta Antes de Ter Fome

Diante das duas teclas acesas, quase nenhum pombo esperava pela porção maior. Dez segundos antes, quase todos abriam mão da recompensa imediata.

O Goleiro Que Devia Ficar Parado

Aug 6, 2026

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5 min read

O Goleiro Que Devia Ficar Parado

Quase um terço das cobranças vai no meio do gol, é lá que o goleiro mais defende, e é lá que ele quase nunca está.

A Corda Que Ninguém Puxou Com Força Total

Aug 5, 2026

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6 min read

A Corda Que Ninguém Puxou Com Força Total

Sozinho, cada homem puxava com tudo. Em grupos de oito, a força individual caía quase pela metade, e nenhum deles sentia que tinha afrouxado.

O Grupo Que Preferiu Ganhar Menos pra Vencer o Outro

Aug 4, 2026

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6 min read

O Grupo Que Preferiu Ganhar Menos pra Vencer o Outro

Meninos de Bristol foram divididos por uma preferência entre Klee e Kandinsky. Passaram a favorecer o próprio grupo e aceitaram ganhar menos pra aumentar a diferença.

O Pote Quase Vazio Deixou o Biscoito Melhor

Aug 2, 2026

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5 min read

O Pote Quase Vazio Deixou o Biscoito Melhor

A escassez, medida por Stephen Worchel em 1975 com potes de vidro e biscoitos idênticos: o doce tirado do pote com dois recebeu nota melhor que o doce tirado do pote com dez, e o pote esvaziado na frente da pessoa venceu os dois. Por que perder disponibilidade pesa mais do que sempre ter sido raro, como o contador de vagas e a edição limitada industrializam o efeito, e o que fazer antes de clicar no vermelho de últimas unidades.

O Cartaz Feio Que 76% Aceitaram no Jardim

Aug 1, 2026

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5 min read

O Cartaz Feio Que 76% Aceitaram no Jardim

O pé na porta, medido por Jonathan Freedman e Scott Fraser em 1966 nas ruas da Califórnia: quem tinha assinado uma lista por direção segura aceitou instalar um cartaz enorme e mal pintado no próprio jardim em 76% dos casos, contra 17% de quem recebeu só o pedido grande. Por que o sim pequeno reescreve a imagem que a pessoa tem de si, por que o teste gratuito e o plano de sete dias usam a mesma escada, e como decidir cada pedido olhando o tamanho do degrau seguinte.

O Móvel Que Você Montou Vale Mais

Jul 31, 2026

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O Móvel Que Você Montou Vale Mais

O efeito IKEA, medido por Michael Norton, Daniel Mochon e Dan Ariely em 2011: quem montou a própria caixa de armazenamento ofereceu 78 centavos de dólar por ela, quem recebeu a mesma caixa já pronta ofereceu 48. Por que o esforço de construir infla o preço mesmo quando a peça sai torta, por que o plano que você desenhou parece melhor que o de fora, e como testar o valor real perguntando quanto pagaria por ele pronto.

O Bilhete Que Valia Quatro Vezes Mais

Jul 30, 2026

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O Bilhete Que Valia Quatro Vezes Mais

A ilusão de controle, medida por Ellen Langer em 1975 com bilhetes de loteria vendidos em escritórios: quem escolheu o próprio bilhete pediu 8,67 dólares pra revender, quem recebeu um bilhete entregue pediu 1,96, com chance idêntica de ganhar. Por que escolher cria a sensação de mandar no resultado, por que o investidor colado no gráfico e o motorista que teme o avião pagam a mesma tarifa, e como separar o controle real do processo do sorteio que ninguém controla.

A Mão Quente Que Nunca Existiu

Jul 29, 2026

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A Mão Quente Que Nunca Existiu

O efeito da mão quente, medido por Thomas Gilovich, Robert Vallone e Amos Tversky em 1985 com os arremessos do Philadelphia 76ers: 91% dos torcedores juravam que um acerto puxa o próximo, mas a taxa depois de um acerto foi 51% contra 54% depois de um erro. Por que a mente encontra causa numa sequência sorteada, por que a aposta na roleta é o mesmo engano ao contrário, e por que só a contagem de tentativas separa sinal de coincidência.

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Contra Maré

Vieses cognitivos e pensamento de grupo. Por que você pensa o que pensa (e o que o cardume não quer que você saiba)